A partir de quando eu perdi a minha estrada ficando preso a uma encruzilhada sem saída. Eu sei que não cheguei a este mundo por acaso. Eu devo ter uma missão a cumprir, ou será que vou passar pela vida sem saber qual o papel a ser cumprido?
Eu só posso contar com um ser superior para mostrar qual o caminho a
seguir; mas de tanto pedir, chego a pensar que não mereço esta
resposta. Quando eu busco no meu passado aquela pequena trilha por onde eu
comecei os meus primeiros passos.
Eu começo a perceber o quanto a minha caminhada foi longa e cheia de
tropeços.
Isto me leva a crer que há um ser muito poderoso acompanhando ao meu lado. Caso o contrário, já poderia ter ficado pelo caminho como tantos outros. Mas eu estou tentando descobrir porque procurei tanto a felicidade em tudo àquilo que faço e tropecei em todos os momentos.
Eu não acredito no acaso, ou será que já nascemos predestinados a ser ou não. Ser felizes. Não podemos mudar os nossos destinos ao longo da estrada. Comenta-se tanto no fim do mundo. Como podemos imaginar quando será o fim do mundo se não sabemos o seu começo?
Se todas as armas inventadas pelos homens. São componentes da
terra; se da terra saíram, para a terra voltarão. Há um grande mistério
sobre a absorção do que sai da terra pela própria terra.
Mas sabemos que a milhões de anoso homem vem destruindo a natureza. Ela se encarrega de
recompor.
Quando começou o mundo só existia um único dono. Que construiu tudo
em sete dias. Eu não sou o dono do mundo, mais sou filho dele. Pelo
o que sei, ele não passou procuração para que
terras. Portanto, ninguém é dono de nada.
Mais como herdeiro me orgulho muito ser filho de Deus! Escrito e narrado por Palmério. Na virada dos setenta e sete (77) anos de vida. E (55) anos de casado. Com todos os tropeços valeu à pena. Deus foi muito generoso com toda a minha família. Obrigado senhor, por mais um dia.
Estarei de volta na minha próxima vida. Por volta de 2045. Será? Quem
viver verá! Até lá!


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